POESIA: QUEM ME ESPREITA

Quem me espreita;

Não me vê; 

Se me toca;

Logo crê…

Pois invadirei com permissão; 

Os seus segredos; 

Não tenho religião;

Mas desfaço os seus medos…

Laico de convicção; 

Estranho-me várias vezes ao dia;

Deveria interpelar a justiça da salvação; 

Por esta vida vadia…

Um poeta à solta; 

Nada mais sou;

Navegar sem escolta; 

Para isso o universo me criou…

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