POESIA: FEBRE

Levarei o teu corpo indecente

Escada á dentro.

Escondendo em minhas mãos

Cada palavra torpe

Dita por tua boca.

Passarei a madrugada

Recitando vida

Entre as tuas pernas

No fôlego encantador

De tua inocência perdida.

Quando alcançar o delírio das peles,

Descreverei canções abstratas

Na forma de gemidos perceptíveis.

E arrebatarei o teu fervor febril

Dentro do mais íntimo

Em teu colo.

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