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POESIA: QUANDO OS ANJOS SE CALAM

DE: GOLDEN BARBIE

Triste caminhar o meu

Fito o oceano na fracassada tentativa de perguntas não respondidas.

Quando os anjos se calam

Há muito o que temer;

Diante meus olhos molhados

Transbordo ácida tristeza

O horror exibi-se em vileza

Já não me importo com sua existência, uma vez que desisti de existir.

A ira da fera me seduz,

Sua sinfonia torna-se a trilha sonora de minha vida espancada, sem luz.

A brisa desflora o tempo em que eu não vivi

Passo a passo em tropeços,

Banha-me os pés até altura dos franzinos tornozelos, as singelas espumas do mar convida-me à adentrar…

Ergue-se a cavalaria em forma de ondas de mar

Arrastando-me para suas profundezas escuras

Deixo de respirar…

Por Golden Barbie

Louca, maluca, insana e perturbada. Sem nenhum pingo de lucidez.
Um labirinto sem fim...
Um enigma onde muitos insistem em querer desvendar...
Vivendo a complexidade dos meus dias onde, embriago-me para viver e sobreviver em guerra constante entre a realidade e a fantasia.
Devorando os lobos que surgem em minha caminhada.
Mantendo-me sempre uma alfa.
Escrevo para aliviar os agonizantes gritos das vozes que moram em minha cabeça, o universo e suas frustrações "cagadas" me inspiram a rabiscar folhas e mais folhas de papel.
Mantenha-se longe! "Ou arrancarei suas tripas e as cozinharei".

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