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POESIA: CALIGRAFIA DE SANGUE

DE: HANNAH CARPESO

Proibido de escrever

Escondia-se na penumbra

Regia a pena unindo formatos

Escrita de letras – desafio

Linhas tortas- inevitáveis do manuscrito cego

Conduzia o pensamento 

– endereçado

Descoberto seu refúgio 

Teve dedos das mãos amputados.

Enquanto não era aprisionado,

Deixava suas últimas palavras 

Mensagem de sangue 

– caligráfico

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