POESIA: ABSURDO 01

Os buracos do queijo, abóboda celeste, por onde entra o sol que desperta os

vermes que o devoram por dentro até o Ser…

O mundo em sagrada putrefação! Gozemos o fim que não é ele mesmo.
A espera é uma arte dizem os deuses que não tem nada a fazer.
O tédio é o Tempo rápido demais ou muito devagar, causa lucidez e

melancolia.

Esqueçamos toda Verdade que não é carne e não chega até a raiz do chão.
Bebamos o vinho na taça de espelhos e devoremos o queijo, com os vermes,

o céu, o sol e tudo mais que couber na Palavra.

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