POESIA: APELO FÚNEBRE

Dê-me os teus lábios gélidos,

soturna e sedutora criatura!

Conduza-me à danação eterna

ao deitar-se ao meu lado, nua.

Venhas ceifar a minh’alma

nessa noite deveras fria

e goze do funesto prazer

que é me ter em letargia.

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