CONTO DE TERROR: NOITE FELIZ

Nossa primeira vez

Não era tão difícil assim escolher. E enquanto ele dirigia o carro eu me ocupava em olhar as meninas se oferecendo nas calçadas sob as luzes de Natal. Gosto da época de Natal! As pessoas ficam tão… empáticas! A preocupação com o outro sempre era mais visada. Acho positivo.

Eu olhava as meninas pela janela. Eram várias, eram tantas e eram tão lindas! Mas não era difícil escolher, sei o que ele queria: a que parecesse o mais jovem possível, a mais nova, o corpo ainda andrógino, infantil de preferência.

E eu sei o que EU queria. Queria que essa primeira vez fosse perfeita! Que ele tivesse exatamente o que queria e que, me desse tudo que eu preciso. Eu estava ansiosa.

-Ali. – Falei apontando para uma menina na rua. Tão pequena e tão magra que, não fosse os saltos absurdos e a maquiagem forte, você poderia acreditar que ela estivesse ali por engano. Se tomasse um banho e colocasse um uniforme, seria a típica menina saindo do colégio com seus cabelos lisos e castanhos. Só faltava uma fita.

Ele a encontrou com os olhos e antes de abrir a janela, olhou para mim.

-Adriana, você tem certeza? Ainda é tempo de deixar isso para lá.

-Tenho certeza. Sei o que eu quero. Vai mudar de ideia agora?

-Não. Se você decidiu, está decidido.

Edgar abriu a janela e chamou a menina com um gesto. Ela se aproximou. Não era tão jovem quanto eu imaginei a princípio, mas serviria.

-Você faz casal? – Edgar perguntou examinando a e menina.

-É mais caro.  – A menina falou, nos observando com os olhos maquiados.

-Tudo bem. Diga seu preço.

-Se for o casal, 150. – Ela falou e pude ver que ficou nervosa. Jogou mais alto, mas por mim, tudo bem. Eu pagaria qualquer coisa pelo que teria hoje e tenho certeza que valeria cada centavo.

-Entra. – Edgar falou e a menina entrou sem perguntar mais nada.

Eu ofereci a garrafa de whisky a ela que, depois de uma pequena hesitação, aceitou. 

Eu a entreti com uma conversa boba enquanto Edgar dirigia. Ela tinha local, então seria melhor ainda. Mais fácil, mais prático e muito mais divertido.

Tinha 16 anos, tinha pai e tinha mãe, mas morava sozinha. O dinheiro que ganhava na rua, era apenas dela. Não tinha filhos, nem queria ter. Não estudava nem queria estudar. Não tinha qualquer expectativa, só ganhava a vida como conseguia vivendo seus dias um após o outro como eles se apresentavam.

E ficava cada vez mais falante conforme bebia e eu fazia questão de oferecer. Queria ela receptiva.

-Faz anal? – Eu perguntei.

-Completo é 200. – Disse a menina sem me encarar. 

-Ok… – Edgar respondeu, falando pela primeira vez desde que a menina tinha entrado no carro.

Chegamos ao local dela, que não era longe de onde a pegamos. O bairro era ruim, a casa era pequena e velha, mas o interior muito limpo e o quarto para onde nos levou, muito organizado. Me surpreendi.

-Vem cá… – Edgar me puxou para ele e me beijou, ele tinha pressa e eu estava excitada com o que ia acontecer em seguida. Tirei a roupa e pus a mão no pau dele que já estava duro, tal qual eu esperava. Sei que isso é uma coisa que ele gosta.

Sentia a língua dele na minha boca e a língua da menina, de repente, entre minhas pernas. Ela chupava como quem beija na boca. Sabia o que estava fazendo e, com o álcool subindo, estava mais que disposta a brincar. Eu gemi entre eles, as línguas em mim, aproveitando o momento, curtindo a saliva fresca da menina na minha boceta.

Eu masturbava Edgar, e rebolava na cara da menina. Olhei para ela e ela alternava chupar minha boceta e o pau dele. Ficamos nus, rápido, entre beijos e chupadas. Todos muito animados com o que acontecia. 

A menina nua era um deleite. O corpo era magro e miúdo, do jeito que eu gosto. Realmente lembrava uma escolar.

Me deitei na cama e a menina deitou sobre mim, chupando meus seios, me lambendo. Eu a tocava e recebia seus carinhos contratados. Queria ela com tesão, não queria que fosse mecânico. Queria ela entregue, então a acariciava, esperando ela reagir ao meu toque e esperando o álcool fazer efeito.

Edgar se aproximou de nós, tinha na mão um pequeno pacote, e afastando a menina, colocou a coca bem em cima dos pelos da minha boceta. Uma carreira comprida, que ofereceu a menina. Ela não hesitou, dessa vez. Cheirou, e depois me lambeu. Ela gemia e eu também, Edgar tentava manter silêncio, mas a puxou para ele, e segurando ela firme, a deitou ao meu lado e vendo as duas bucetas abertas para ele, gemeu.

Ele enfiava em uma e esfregava a mão na outra. Nós chupávamos os seios uma da outra, gemendo. A menina estava muito na vibe. Gemia quando o pau de Edgar entrava nela, e me mordia, sugando meus seios com fome quando ele metia em mim. Nesses momentos ela arqueava o corpo e se tocava, se masturbando. 

Ela estava eufórica. Edgar passou coca na cabeça do pau dele e meteu nela. Ela gemia e rebolava. Os gemidos se tornando mais altos. A menina estava entregue, enfim. Os gemidos se tornaram mais altos, quase altos demais. 

Eu me masturbava, com minhas mãos e a dele e olhava fascinada a entrega da menina. Edgar metia nela, posicionado entre as pernas e deu um tapa na cara dela. Forte, bem colocado.

Ela gemeu.

-Gosta, vagabunda?

-Bate mais…. – Ela falou de olhos fechados, as mãos segurando o lençol, esquecida que eu estava ao lado deles.

Me ajoelhei e beijei Edgar, enquanto ele metia nela, e a apertava. Batendo na cara, nas pernas, socando fundo.

Levantou as pernas dela e as pôs no pescoço, entrou no cu dela de uma vez, que entre o prazer, a prática e a euforia da coca, sequer sentiu.

O cheiro de cio no quarto era urgente, delicioso, e eu queria também fazer parte daquilo. Me posicionei sobre o rosto dela, oferecendo minha boceta para a língua experiente, que me chupou deliciosamente. 

Frente a frente, eu e Edgar nós beijávamos, e tal era a excitação entre nós que eu e a menina gozamos juntas. Eu segurando as pernas abertas dela para que Edgar fodesse aquele cu. 

Deixei os dois por um momento para buscar o whisky que tinha ficado no carro, quando voltei, ela estava de joelhos chupando a pica cagada, se esfregando, gemendo. 

Eu me aproximei e dei a garrafa. Ela alternava chupar o pau de Edgar e beber diretamente da garrafa, a língua saboreando as duas durezas que ela parecia apreciar, e pela primeira vez, seu corpo caiu no chão. 

-Já chega, é? – Perguntei. Tanto tesão que as pernas estavam úmidas, a boceta tinha escorrido e molhado as coxas.

-Não… Não… Vamos continuar. – A menina falou, mas estava claramente alterada.

-Vamos sim – Edgar falou. – Deita lindinha… Deita na cama e abre as pernas.  

Ela deitou na cama, os olhos não focalizavam nós dois, o olhar meio perdido.

Edgar meteu nela e voltou a bater na cara dessa vez com muito mais força. Ela tentou reagir, mas segurei os braços dela, beijando as mãos e mordendo os braços e ela cedeu.

O primeiro filete se sangue que escorreu dos lábios dela, foi lindo. Como seda enfeitando a pele alva da menina.

Ela gemia, mas as lágrimas escorreram pelos olhos dela. Eu lambi o sangue e as lágrimas. Salgado e metálico. E beijei Edgar com o gosto da puta na minha língua. Sangue de puta e lágrimas de puta, duas coisas que ninguém se importa.

-Assim não, assim dói. Você vai me machucar. – Ela falou se debatendo um pouco.

-Estamos acabando. – Respondi. 

Me posicionei sobre ela e Edgar passou a me foder.

Delícia demais. 

Eu gemia e passei a chupar a menina chorosa e quando os gemidos deixaram de ser de dor e voltaram a ser de prazer, mudei de posição. Pus a mão no rosto dela, a beijei, ela correspondeu.

Então passei a apertar o pescoço dela com minhas mãos, eu a olhava fixamente nos olhos castanhos, e vi o susto pouco a pouco se tornar desespero, e ela passou a se debater sob mim com mais ímpeto, tentando sair daquela posição, lutando para respirar.

Edgar me fodia e me incentivava com palavras, dizendo que eu ia conseguir, falando para pressionar, dizendo para eu colocar toda minha força nas minhas mãos.

A tosse dela se transformou em engasgos, os engasgos, em silêncio e quando as mãos dela que tentavam puxar a minha perderam as forças, eu gozei.

Ela estava inerte, os olhos estáticos. Linda e morta. E Edgar metia forte em mim por trás, entrando fundo como eu gostava, que momento glorioso.

-Porra… Vou gozar… – Edgar anunciou. E eu me afastei e abri a boceta dela pra Edgar, que entrou nela e fodeu forte.

Tirou a pica da buceta ainda morna na menina e gozou na barriga dela.

Eu me abaixei e lambi toda a porra. Chupando a barriga, aproveitando o resto de calor daquele corpo. Curtindo o sabor da porra e o gosto da pele da puta.

-Porra. Bom demais. – Falei, levantando meu rosto.

Edgar se inclinou para mim e me beijou. 

A menina tinha o rosto passando de vermelho pra roxo claro. Estava linda. 

-Gostou? – Edgar perguntou.

-Muito. Agora sei porque você gosta tanto disso. Observar é bom, mas sentir as contrações do pescoço, ver de perto o medo e a dor… Totalmente diferente.

-Sim, é mais gostoso, e se você gostou, a honra pode ser sua. Nós podemos compartilhar, da próxima vez! E para elas, é um favor. Ela se foi feliz dessa vida miserável. Ninguém sequer dará falta dela. Só será encontrada aqui quando feder.

Nós vestimos e eu ainda olhei a menina bonita no quarto arrumado, mais uma vez.

-Amor, você não pagou a ela!  – Eu o lembrei.

Ele se aproximou da cama e deixou 300 reais. 

-Uma gorjeta! Ela nos serviu bem.

-Ah amor, sempre tão atencioso!

Nos beijamos e saímos sem nos preocupar em fechar a porta, entramos no carro e fomos embora. 

Juntos. Felizes. Tão bom ter um amor assim, cúmplice e totalmente igual.

Consultei as horas e ainda estava cedo.

-Amor, ainda não são 21h! Ainda dá tempo de passar no centro. Acho que consigo pegar os presentes das crianças ainda!

-Eles já escolheram?

-Escolheram sim! E ainda falta uma semana para o Natal, mas posso colocar os presentes na árvore! Vai ficar lindo!

-Sempre atenciosa.

-As crianças merecem. Estão muito bem no colégio e Marisa não se queixa do comportamento deles há séculos!

-Saíram ao bom comportamento da mãe, com certeza.

Olhei para ele com carinho e o toquei no rosto e o beijei.

-Sempre tão bom para mim…

-Você só merece o melhor! Não existe mulher como você.

Eu sorri e descansei a mão na coxa dele. Observando as luzes de Natal pela rua, através da janela.

-Você vai me dar um presente? – Perguntei.

-Outro? – Edgar perguntou rindo. – Seu presente me custou 300 reais ainda agora.

-Mas eu quero outro! Vai dizer que não sou uma boa menina?

-É sim. A melhor de todas. 

Sorri, satisfeita e relaxada. Isso que é uma noite feliz. 

 

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