POESIA: A MATA QUE HABITA A MINHA JANELA

Eu não estou na mata, mas a mata é presente

Eu não posso tocá-la, ela está colada ao céu

Mas posso ouvi-la, senti-la e vê-la no horizonte! 

Quão chacoalhante e verde é o seu véu…

Ela me oferta borboletas e pássaros

Mas também muita dúvida, o que vem?

Cobras, lagartos, flores (matos e sapos)

Espero enfim, tudo mais, muito além

Mas o fim de tarde chega, trazido pelos ventos

Que levam os pássaros, o azul do céu e até os gatos

Que são negros como o que está por vir!

E a escuridão toma conta de tudo, de tudo

Me sobram os insetos, voadores, invasores

Que me importunam incessantemente, mas

Que eu cautelosamente cuido, mudo

E os levo de volta para o nada, que será

Tudo em breve, no próximo capítulo

Que vai amanhecer, quem viver, verá!

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