POESIA: NADA MAIS IMPORTA

Estou morrendo! Sim, de fato, uma tragédia!

O meu corpo não responde; sinto o frio

Minerando o interior de meu vazio;

Minha mente só emula minha acédia.

Chicoteia-me, taciturna, a Moléstia

-As lembranças dessa vida- como rio,

Corre, arranha-me a face à cego fio,

Enquanto beija-me a carne a morfeia.

Estou morrendo de tudo que tenho escrito…

Estou morrendo, assim, só. Assim, restrito

A realidade estupidamente morta.

Fragmenta minha alma triste e doente:

Já não há luz, nem vida, nesse ambiente,                                       

Só o silencio. E nada mais importa…

2 comentários em “POESIA: NADA MAIS IMPORTA

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