POESIA: SERENIDADE OBLÍQUA

Pode ser considerado um talento, ter a astúcia suficiente para nos conseguirmos movimentar entre o céu e o inferno…

É muito engraçada;

A forma como enfrento;

Paz e guerra;

Sou um portento…

Uns dirão que sou arrogante;

Outros realista;

Talvez seja um eterno infante;

Com sabor empirista…

Tenho uma serenidade oblíqua;

Que me permite observar;

Uma realidade profícua;

Doutrina que quero preservar…

Já o meu génio;

Esse é perfurante;

Vistoso como um prémio;

Por isso sofro a montante…

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