POESIA: SOBRENOME CAOS

Às vezes abraço meu caos 

E deixo a bagunça tomar conta dos meus pensamentos 

Rasgo papéis 

Empurro móveis 

Bato o pé no chão 

Sou tempestade

Furacão

Fecho os olhos 

Mas não encontro a solução 

A fúria me balança,

me arranca de mim,

me faz cantar pro deuses, santos 

Peço alguma resposta 

Chuto a porta 

Preciso liberar toda tensão 

Até as paredes riem de mim

E machucam minhas mãos 

Sou descontrole 

Sou poesia em desconstrução 

Giro 

Rodopio 

E escrevo versos em ebulição 

O fogo sobe até a garganta 

Grito

Dito versos raivosos 

Caio no chão

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