POESIA: INCONSEQUENTE

Amar, desamar, transamar.
Amar diferente.
Amar novamente.
Amar inequivocamente.
Amar com dúvidas e sobressaltos.
Amar debaixo da chuva.
Debaixo de raios.
Amar nem que seja por vício.
Para ter esperança.
Para ter criança.
Para ser novamente criança.
Crescer, envelhecer e morrer.
E, amar junto as raízes e as pedras

e,
sob a lápide
que dizia:
“A vida dela foi um amor inconsequente”.

Um comentário em “POESIA: INCONSEQUENTE

Adicione o seu

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Site desenvolvido com WordPress.com.

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: