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Golden Barbie Poesia

POESIA: QUANDO OS ANJOS SE CALAM

Triste caminhar o meu

Fito o oceano na fracassada tentativa de perguntas não respondidas.

Quando os anjos se calam

Há muito o que temer;

Diante meus olhos molhados

Transbordo ácida tristeza

O horror exibi-se em vileza

Já não me importo com sua existência, uma vez que desisti de existir.

A ira da fera me seduz,

Sua sinfonia torna-se a trilha sonora de minha vida espancada, sem luz.

A brisa desflora o tempo em que eu não vivi

Passo a passo em tropeços,

Banha-me os pés até altura dos franzinos tornozelos, as singelas espumas do mar convida-me à adentrar…

Ergue-se a cavalaria em forma de ondas de mar

Arrastando-me para suas profundezas escuras

Deixo de respirar…

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POESIA: QUANDO OS ANJOS SE CALAM

Triste caminhar o meu.

Fito o oceano na fracassada tentativa de perguntas não respondidas.

Quando os anjos se calam,

há muito o que temer;

Diante dos meus olhos molhados,

transbordo ácida tristeza,

o horror exibi-se em vileza.

Já não me importo com sua existência, uma vez que desisti de existir.

A ira da fera me seduz,

sua sinfonia torna-se a trilha sonora de minha vida espancada, sem luz.

A brisa desflora o tempo em que eu não vivi

passo a passo em tropeços,

banha-me os pés até altura dos franzinos tornozelos, as singelas espumas do mar convida-me à adentrar…

ergue-se a cavalaria em forma de ondas de mar,

arrastando-me para suas profundezas escuras.

Deixo de respirar…

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POESIA: ENTRE REALIDADES

Por: Golden Barbie


Morremos quando nascemos.

O álcool e o cigarro,

Aos poucos hão de me matar

– Automutilação!

Meu destino encontra-se perdido em meio à solidão

De ponta cabeça, observo as estrelas

Tão perto, tão distante…

Posso alcançá-las com minhas mãos?

Seu rosto reluz no eco de minha escuridão

Meus demônios em segundos destroçam um fino véu de esperança que me restara

Sussurro:

– Socorro!

Estou em casa?

Fugindo do desconhecido,

Corro entre as árvores coníferas

No incônscio, floresta dos esquecidos

O pesadelo recomeça…


”    Em certo dia, á hora, á hora

         Da meia noite que apavora,

Eu, cahindo de somno e exhausto de fadiga,

         Ao pé de muita lauda antiga,

      De uma velha doutrina, agora morta,”

O Corvo – Edgar Allan Poe